CURSO 1
Modelo Biomecânico de Predição de Esforço Estático Tridimensional da Universidade de Michigan (3DSSPP) – Como Usar
Aprenda a usar o software de biomecânica mais famoso em todo o mundo! E receba um Certificado da Universidade de Michigan!
(O Curso será desenvolvido todo em Inglês, com 4 sessões de esclarecimento de dúvidas em Português).
Data: 16 e 17 de novembro de 2010 (terça e quarta)
Horário: 8:00 às 12:00; 13:30 às 17:30
Local: Hotel Ninety – Alameda Lorena, 521
Jardim Paulista. São Paulo – SP
Número de vagas: 30
Custo por participante: US$ 770,00 (inclui almoço nos dois dias) (inscrições feitas antes de 30/9/2010:
US$ 700,00).
AS INSCRIÇÕES SERÃO FEITAS DIRETAMENTE NA UNIVERSIDADE DE MICHIGAN.
INSTRUTORES:
Charles C. Woolley, Engenheiro Elétrico, Pesquisador sênior do Centro de Ergonomia da Universidade de Michigan.
Randy Rabourn, Engenheiro, Diretor de Projetos do Centro de Ergonomia da Universidade de Michigan.
Hudson de Araújo Couto, Médico, Diretor da Ergo.
DESCRIÇÃO DA FERRAMENTA
A movimentação manual de materiais representa um desafio em ergonomia e costuma estar associada a muitos transtornos musculoesqueléticos, como distensões, torções e lombalgia.
O Modelo Biomecânico Tridimensional de Predição de Esforço Estático (3DSSPP) é uma ferramenta ergonômica para análise do trabalho desenvolvida pelo Centro de Ergonomia da Universidade de Michigan, com base em 50 anos de pesquisa, para quantificar as solicitações biomecânicas durante a movimentação manual de materiais.
Mais detalhes no site www.engin.umich.edu/dept/ioe/3dsspp.
OBJETIVO DO CURSO
Capacitar o participante em: quando usar e em que situações o 3DSSPP pode ser aplicado; que informações do posto de trabalho são necessárias para usar o software e como coletá-las; como operar o software 3DSSPP; como interpretar os resultados fornecidos pelo aplicativo.
A QUEM SE DESTINA
Engenheiros de segurança, projetistas de postos de trabalho, médicos do trabalho, fisioterapeutas, enfermeiros, técnicos de segurança e higienistas industriais. Pressupõe-se um entendimento razoável de Inglês Técnico e uma formação básica em Ergonomia.
O CURSO
Visando facilitar o entendimento, ao final de cada sessão de 3 horas haverá uma sessão de uma hora de esclarecimento de dúvidas em Português.
1º. Dia:
♦ Introdução ao 3DSSPP, por que e quando usá-lo;
♦ Operação básica do aplicativo 3DSSPP, exercícios em notebook;
♦ Fundamentos biomecânicos do 3DSSPP;
♦ Implicações das variações antropométricas nos cálculos do 3DSSPP;
♦ A medição da força e a definição da postura para entrada de dados, exercícios em notebook.
2º. Dia:
♦ Cálculos biomecânicos relacionados à força, exercícios em notebook;
♦ Cálculos biomecânicos relacionados à compressão dos discos lombares;
♦ Balanço do corpo, uso em esforços dinâmicos e outras características do 3DSSPP;
♦ Estudo de casos e discussão.
A versão 6 do software 3DSSPP estará disponível para uso durante o curso. Os participantes deverão levar para o curso um notebook que contenha o Windows como sistema básico. Caso deseje licenciar o software 3DSSPP, ele poderá ser licenciado diretamente pela Universidade de Michigan com desconto significativo para os participantes do curso. Será fornecido material didático (apostila com as transparências utilizadas).
O Modelo 3DSSPP permite a análise de esforços, utilizando informações obtidas com dinamômetros e avaliação do peso da carga, e dá como resultado:
♦ O valor da força de compressão nos discos intervertebrais da região lombossacra;
♦ Interpretação do valor encontrado, se está dentro do permitido, na faixa de ação administrativa ou acima dos limites máximos tolerados;
♦ Informação quanto ao impacto daquela tarefa sobre as articulações dos punhos, cotovelos, ombros, lombossacra, quadris, joelhos e tornozelos;
♦ Informação quanto à sobrecarga para os músculos da coluna;
♦ Informação da porcentagem de trabalhadores capazes de realizar aquele esforço sem sobrecarga;
♦ Além disso, o Modelo permite ao analista estudar o impacto de medidas de engenharia sobre o posto de trabalho, antes da instituição das mesmas.
O modelo permite a análise de esforços de levantamento de cargas, de empurrar carrinhos e containers, de puxar e empurrar paleteiras manuais, de abrir e fechar válvulas e uma série de outros esforços comuns no trabalho.
Sua utilização é essencial para se analisar o impacto das tarefas sobre os discos da coluna vertebral e sobre as diversas articulações.
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CURSO 2
Método TOR-TOM – 25 Aplicações Práticas em Ergonomia
e na Gestão da Produtividade Segura
Data: 18 e 19 de novembro de 2010 (quinta e sexta)
Horário: 8:00 às 12:00; 13:30 às 17:30
Local: Hotel Ninety – Alameda Lorena, 521
Jardim Paulista. São Paulo – SP
Número de vagas: 60
Custo por participante: R$ 990,00 (inscrições feitas antes de 30/9/2010: R$ 900,00).
INSTRUTOR:
Prof. Dr. Hudson de Araújo Couto, Médico, Diretor da Ergo, criador do Método TOR-TOM.
DESCRIÇÃO DA FERRAMENTA
O Método TOR-TOM é um modelo de análise quantitativa do trabalho pelo qual o analista avalia os diversos aspectos da tarefa e calcula para aquela atividade qual deveria ser a taxa de ocupação máxima (TOM). Compara então com a taxa de ocupação real (TOR) e avalia se a tarefa tem ou não risco ergonômico. Se a TOR estiver bem acima da TOM, afirma-se com 99% de certeza que há risco ergonômico e o trabalhador executa a atividade com fadiga. Se a TOR estiver igual ou abaixo da TOM, afirma-se com 95% de certeza não haver risco ergonômico.
O Método TOR-TOM é baseado na pesquisa mais moderna sobre fatores causais envolvidos nas LER/DORT e também em mais de 100 anos de pesquisa sobre fadiga no trabalho e sua prevenção.
O Método TOR-TOM foi criado em 2006, é utilizado por dezenas de empresas e vem gradativamente sendo aperfeiçoado e aumentando o número de situações em que é usado. Atualmente já conta com 25 aplicações práticas importantes.
O CURSO
1º. Dia
♦ Pesquisa básica de desenvolvimento do Método TOR-TOM;
♦ Lógica dos fluxogramas e dos tempos de recuperação de fadiga;
♦ Exemplos de cálculo do TOR-TOM em planilha em papel;
♦ Uso do aplicativo do TOR-TOM em notebook, exemplos diversos;
♦ A lógica da melhoria das condições de trabalho com o TOR-TOM – aumentando a TOM e reduzindo a TOR.
2º. Dia:
♦ As 25 aplicações práticas do Método TOR-TOM – exemplos diversos com o uso de notebook.
O participante deverá levar notebook que tenha Windows como sistema básico e receberá um CD com a versão 3 do software.
OBJETIVO
Capacitar os participantes no uso do Índice TOR-TOM em suas diversas aplicações.
A QUEM SE DESTINA
Aos profissionais de Ergonomia com experiência na área; aos profissionais de Métodos e Tempos e de Planejamento de Produção.
As 25 aplicações práticas do Método TOR-TOM em Ergonomia e na Gestão da Produtividade Segura:
GRUPO 1 – Relacionadas às LER/DORT – em membros superiores e ao risco de lombalgias
1.1- Avaliação do risco ergonômico
♦ Há ou não há risco de DORT?
♦ Há ou não risco ergonômico?
♦ Documento básico para definição quanto ao questionamento ou não de nexo técnico epidemiológico em atividades habituais;
♦ Definir claramente quanto à inexistência de risco ergonômico (quando TOR<=TOM), mesmo na existência de atividade repetitiva;
♦ Definição da eficácia do rodízio;
♦ Dosimetria individual quanto ao risco ergonômico;
♦ Em situações em que há movimentação de cargas e que não são cobertas pela equação do NIOSH;
♦ Avaliar o risco real de tarefas de ciclos curtos;
♦ Avaliar o risco real de tarefas de ciclos longos;
♦ Avaliação e entendimento do impacto da carga mental.
1.2- Orientação administrativa para as medidas de
correção ergonômica
♦ Diante de uma situação de risco ergonômico, que medidas devem ser adotadas;
♦ Quantificação do impacto de medidas de engenharia na melhoria dos postos de trabalho (uma determinada medida de engenharia irá resolver ou minimizar o risco ergonômico? Em que magnitude?);
♦ Fornece informação sobre como aumentar a taxa de ocupação através de melhorias em Ergonomia;
♦ Estabelecimento dos tempos de recuperação de fadiga quando não for possível a melhoria da condição de trabalho.
1.3- Orientações para prescrição do trabalho de forma produtiva e ergonomicamente segura
♦ Cálculo da produtividade na jornada considerando a condição ergonômica;
♦ Cálculo do número de trabalhadores necessários para cumprir determinada produção;
♦ Orientações básicas de ergonomia para o pessoal de métodos, tempos e de prescrição de trabalho nas empresas.
GRUPO 2 – Demais fatores de sobrecarga e potencialmente
causadores de fadiga
♦ Prescrição da carga de trabalho em situações complexas em que o trabalhador está exposto a muitas situações de exigência físico-mental;
♦ Avaliação de carga de trabalho e de tempos de recuperação de fadiga em atividades fisicamente pesadas;
♦ Avaliação de exposição ocupacional em atividades em ambientes quentes;
♦ Avaliação de exposição ocupacional e prescrição de trabalho em atividades fisicamente pesadas e em ambientes de altas temperaturas;
♦ Avaliação de exposição ocupacional em atividades em ambientes frios;
♦ Avaliação de exposição ocupacional em atividades com vibração de corpo inteiro;
♦ Avaliação de exposição ocupacional em atividades com vibração segmentar;
♦ Descobrir áreas críticas da empresa quanto à ocorrência de fadiga e questões ergonômicas, mesmo onde não há afastamento.
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